O Papel dos Pais na Promoção da Adaptação dos Adolescentes à Doença Crónica

PSITALK

pais e doença crónica

Os estilos e práticas parentais parecem ter um papel fundamental na socialização, podendo facilitar ou dificultar os vários desafios que se apresentam ao adolescente (Sprinthall & Collins, 1999), sendo que os pais têm um papel fulcral de suporte emocional (Wenz-Gross et al., 1997). De um modo geral existe um consenso de que em termos de estilos e práticas parentais, tanto as que são muito liberais/permissivas, ou, em contraste, muito autoritárias/punitivas, não são as mais indicadas na relação com os filhos. As primeiras não permitem ao jovem perceber os limites na vida familiar e social, e, as segundas, não possibilitam à criança libertar a sua agressividade no seio da família, pelo que terá de o fazer em outros contextos (p.e. na rua ou escola) (Coslin, 1999; Favre & Fortin, 1999). Assim, tanto em crianças mais pequenas como em adolescentes, uma relação de apego seguro, um estilo parental democrático

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